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É assim que a Banda Jota justifica continuar a organizar o Festival Jota. Quatro anos após a sua primeira edição, a banda que lançou este evento de música católica vai inovar na sua presença em palco fazendo-se acompanhar por mais músicos e por um novo elemento. Com o cd "Obrigatório ser" acreditam que subiram no patamar da qualidade e a prová-lo está o facto de terem feito a primeira parte do João Pedro Pais na Festa da Renascença. Em oito perguntas ficamos a saber mais sobre os planos da Banda Jota que perspectiva já um 3º cd de originais.
FJ: No Festival Jota 2009 apresentaram o vosso segundo cd. Este ano, que novidades prometem apresentar ao público? BJ: Este ano vamos ser acompanhados por uma secção de metais, tocaremos alguns temas que não tocámos no ano passado e apresentaremos o novo rapper da banda. Para terem uma ideia, este ano seremos 14 pessoas em palco. FJ: No lançamento do cd, afirmavam que a música mais forte talvez fosse a "Obrigatório ser" tema que dá título ao cd. No entanto, ao vivo, a canção que melhor resulta é o "Se gostas de Jesus", que tal como a [a]braços põe o público a fazer gestos. Este tipo de tema é o "prato forte" da Banda Jota? BJ: O tema "Obrigatório Ser" é o tema que dá nome ao álbum, mas não é, de facto, o melhor tema ou o mais forte do nosso último cd. Os nossos fãs têm falado muito bem de outros temas. Em concerto, na verdade, o que obtém mais feed-back é o tema "Se gostas de Jesus". Isso prova que a música mexe e obriga a mexer com as pessoas. Pode não ser o nosso prato forte, mas teremos sempre essa perspectiva no nosso trabalho. FJ: O cd "Obrigatório Ser" está a ter a receptividade que esperavam? BJ: Este trabalho deu-nos maior visibilidade, sobretudo pela qualidade da produção. Mas ao passo que relativamente ao primeiro cd o nosso público esperava-o com ansiedade, este já foi resultado do nosso caminho normal e por isso não notámos tanta ansiedade. Têm-nos chegado comentários que valorizam mais este cd sobretudo pela produção e pelo teor da mensagem. Mas ao nível de vendas, pensamos que foi mais rápido alcançar a segunda edição do "[a]braços. Estamos neste momento e equacionar a segunda edição do "Obrigatório Ser". FJ: No ano passado tiveram a oportunidade de fazer a primeira parte do João Pedro Pais na Festa da Renascença. Como foi essa experiência? BJ: Foi bom sobretudo porque um convite assim é a prova de que o nosso trabalho tem valor. No resto, foi um concerto normal. O mais interessante foi perceber que um público que maioritariamente comprara bilhete para ver João Pedro Pais, afinal saltou, pulou, cantou e bateu palmas com a Banda Jota FJ: Também estiveram recentemente no programa Tardes da Júlia. Como é que surgiu esse convite? BJ: Não sabemos. Fomos contactados pela produção do programa. FJ: Recentemente, os Terceira Margem lançaram uma petição para que a Renascença passasse mais música católica. Assinaram-na? Parece-vos que é importante que os músicos cristãos unam esforços para fazer lobbying junto dos meios de comunicação católicos? BJ: Como banda não assinamos petições. O nosso trabalho é criar, compor, cantar, tocar, evangelizar. A nível pessoal, cada um assinará o que quiser. Achamos importante que os músicos cristãos se unam, mas não apenas para fazer lobbying junto dos media. Que o façamos para ser sinal da Igreja e para que a mensagem cantada seja coerente. Pensamos que com o tempo, este género de música se há-de impor, se assim Deus o quiser. Não podemos é baixar os braços. Temos de apoiar quem começa, e os cristãos têm que perceber que estes trabalhos merecem ser pagos e valorizados! FJ: Já há uns tempos que têm vindo a falar no sonho de gravar um cd com temas eucarísticos. Como é que está esse projecto? BJ: Estamos quase a terminar a fase da composição. Faltam-nos poucos temas. Esperamos para o final do ano entrar em estúdio. Mas não podemos garantir nada, dadas as condicionantes pessoais dos elementos da banda. Além disso, continuamos a compor temas com a nossa identidade de "concerto". FJ: No quarto ano do Festival Jota, e na qualidade de impulsionadores do projecto, quais são as 3 razões principais pelas quais vale a pena continuar a organizar este evento? BJ: Pelos destinatários, por Deus, pela música! |







É assim que a Banda Jota justifica continuar a organizar o Festival Jota. Quatro anos após a sua primeira edição, a banda que lançou este evento de música católica vai inovar na sua presença em palco fazendo-se acompanhar por mais músicos e por um novo elemento.